Covid-19 causa redução receitas e prejuízos na NOS no I trimestre

Publicado em 08/05/2020 21:44 em Operadores / Serviços

O operador de telecomunicações anunciou que as suas receitas baixaram 3,0% homólogos no primeiro trimestre, para 345,4 milhões de euros, em resultados das restrições impostas pela pandemia de Covid-19, com as receitas de telecomunicações a baixarem 2,2%, para 332,9 milhões de euros.

Em comunicado de resultados, a companhia indica que teve prejuízos consolidados de 10,4 milhões de euros nos três primeiros meses do ano, que compara com lucros de 423,5 milhões de euros em igual período de 2019

A maior quebra de receitas, de 26,6% homólogos (face ao mesmo período do ano anterior), para 17,7 milhões de euros, ocorreu no segmento grossista, onde as restrições de tráfego internacional implicaram elevadas quebras de receitas nas chamadas internacionais e de roaming.

A operadora sublinha que na exibição cinematográfica e audiovisuais verificou-se uma redução de espectadores com a Covid-19, que se agravou com o encerramento completo dos cinemas NOS a 16 de Março. As receitas desta área baixaram 15,5%, para 21,8 milhões de euros.

As receitas da área de consumo caíram 0,2%, para 243,6 milhões de euros, e as receitas do segmento empresarial baixaram 0,8%, para 71,6 milhões de euros.

A NOS destaca que as suas receitas foram afectadas pela oferta das mensalidades dos canais de desporto premium , dada a ausência de transmissões de espectáculos desportivos em directo, pela quebra nas vendas de equipamentos por encerramento das lojas de retalho e restrições gerais à circulação, apenas parcialmente compensado com vendas online.

Para além disso, as políticas do «Fique em casa» levaram a uma maior utilização dasx ligações Wi-Fi em prejuízo dos dados móveis, segundo a empresa.

Quanto à actividade operacional, o operador indica que aumentou em 4,3% o número de casas passadas (que potencialmente podem aceder à fibra óptica), para 4,6396 milhões, as RGU (unidades de geração de receita) totais (mais 2,1%) e para 1644 milhões de RGU de TV por subscrição (mais 1,7%), das quais 896,1 milhares de clientes convergentes ou integrados, um acréscimo de 5,1%.

O número de subscritores de serviços móveis cresceu 2,1%, para 4,847 milhões de clientes.



O operador de telecomunicações anunciou que as suas receitas baixaram 3,0% homólogos no primeiro trimestre, para 345,4 milhões de euros, em resultados das restrições impostas pela pandemia de Covid-19, com as receitas de telecomunicações a baixarem 2,2%, para 332,9 milhões de euros.

Em comunicado de resultados, a companhia indica que teve prejuízos consolidados de 10,4 milhões de euros nos três primeiros meses do ano, que compara com lucros de 423,5 milhões de euros em igual período de 2019

A maior quebra de receitas, de 26,6% homólogos (face ao mesmo período do ano anterior), para 17,7 milhões de euros, ocorreu no segmento grossista, onde as restrições de tráfego internacional implicaram elevadas quebras de receitas nas chamadas internacionais e de roaming.

A operadora sublinha que na exibição cinematográfica e audiovisuais verificou-se uma redução de espectadores com a Covid-19, que se agravou com o encerramento completo dos cinemas NOS a 16 de Março. As receitas desta área baixaram 15,5%, para 21,8 milhões de euros.

As receitas da área de consumo caíram 0,2%, para 243,6 milhões de euros, e as receitas do segmento empresarial baixaram 0,8%, para 71,6 milhões de euros.

A NOS destaca que as suas receitas foram afectadas pela oferta das mensalidades dos canais de desporto premium , dada a ausência de transmissões de espectáculos desportivos em directo, pela quebra nas vendas de equipamentos por encerramento das lojas de retalho e restrições gerais à circulação, apenas parcialmente compensado com vendas online.

Para além disso, as políticas do «Fique em casa» levaram a uma maior utilização dasx ligações Wi-Fi em prejuízo dos dados móveis, segundo a empresa.

Quanto à actividade operacional, o operador indica que aumentou em 4,3% o número de casas passadas (que potencialmente podem aceder à fibra óptica), para 4,6396 milhões, as RGU (unidades de geração de receita) totais (mais 2,1%) e para 1644 milhões de RGU de TV por subscrição (mais 1,7%), das quais 896,1 milhares de clientes convergentes ou integrados, um acréscimo de 5,1%.

O número de subscritores de serviços móveis cresceu 2,1%, para 4,847 milhões de clientes.

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