Quidgest vai abrir ao exterior a sua Academia de formação

Publicado em 12/10/2018 00:46 em Software

A Quidgest anunciou que vai abrir ao exterior, a empresas e particulares, a frequência das Academias Quidgest, que ensinam como desenvolver software sem saber programação.

Em encontro com a imprensa, os responsáveis da Quidgest recordaram que a plataforma GENIO permite a criação de software de forma ágil e rápida, combinando o desenvolvimento baseado em modelos com a geração automática de código numa variedade de linguagens.

João Santos, gestor do projecto Academia, da Quidgest, salientou que as empresas precisam de se transformar ao nível de processos, mas essa transformação é difícil por escassez de recursos qualificados para isso.

A Comissão Europeia prevê até 2020 um défice de 900 mil programadores e outros profissionais de tecnologias de informação.

João Santos sublinhou que o desenvolvimento de software e programação precisa de mais profissionais, mas a transição de outras áreas para esta é lenta e difícil.

Observou que a Academia Quidgest visa ensinar de forma bastante prática como desenvolver software sem aprender a programar, apenas aproveitando os conhecimentos que as pessoas detêm.

Indicou que a partir de agora a Quidgest passa a abrir ao exterior a sua academia para ensinar como desenvolver software sem saber programar.

Carlos Costa, director da Quidgest, e João Santos indicaram que os cursos têm os níveis Begginer e Advanced, ambos com 40 horas de formação, o nível Architect, de 20 horas, e AddOns de 20 horas para questões mais especificas.

Um curso do nível Begginer custa 500 euros e o Advanced mil euros, mas a inscrição para frequência dos dois níveis fica por 1150 euros, precisaram.

A frequência do curso inicial dá direito a um certificado, três meses de licença para utilização da plataforma GENIO e suporte técnico básico da Quidgest, adiantaram.

A Quidgest é uma tecnológica portuguesa criada há 30 anos, em 1988, pioneira na modelação e geração automática de software, com empresas constituídas na Alemanha, Timor-Leste e Moçambique e parceiros no Reino Unido, Brasil, Polónia, El Salvador e Jamaica, que emprega uma centena de pessoas em Portugal e dezena e meia no exterior, segundo Carlos Costa.

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