Receitas e lucros da NOS cresceram em 2017

Publicado em 12/03/2018 22:07 em Operadores / Serviços

Os lucros do operador de telecomunicações NOS cresceram fortemente no ano passado, para 124,1 milhões de euros, um crescimento homólogo de 37,3%, anunciou a companhia.

Em comunicado de resultados, a NOS revela que em 2017 as suas receitas cresceram 3,1%, para 1 561,8 milhões de euros, e as receitas de telecomunicações cresceram ao mesmo ritmo, para 1 487,2 milhões de euros.

O operador adianta que o número de casas passadas no final do ano passado cresceu 8,5%, para 4,08 milhões, o total de clientes subiu 3,7%, para 9,41 milhões, com o número de subscritores de serviços móveis a avançar 4,9%, para 4,67 milhões, e o número de clientes de televisão por subscrição a aumentar 1,0% e a aproximar-se de 1,62 milhões.

A NOS sustenta que os remédios impostos pelo regulador a todo o mercado relativamente aos procedimentos de comunicação de aumento de preços levaram a uma pressão adicional sobre os novos clientes nos últimos meses do ano.

Acrescenta que, com o aumento da adesão a pacotes convergentes, a quota de subscritores de serviços móveis da NOS cresceu para 25%, reduzindo a distância em relação ao segundo operador do mercado (a Vodafone).

A receita média por cliente (ARPU) no acesso fixo residencial foi de 43,8 euros (mais 2,4%) no quarto trimestre.

A NOS afirma que no ano passado continuou a reforçar a sua posição no mercado corporativo, destaca o seu êxito no sector de serviços financeiros e observa que a sua estratégia para o mercado das grandes empresas passa pela protecção das contas existentes, pelo investimento em activos tecnológicos e pela oferta das «melhores soluções de serviços de telecomunicações e tecnologias de informação».

As receitas empresariais e grossistas cresceram 5,3% em 2017, atingindo 437,2 milhões de euros.

A companhia destaca o investimento que está a fazer na modernização das suas redes móvel e fixa.

As receitas da divisão de cinema e audiovisuais caíram no quarto trimestre de 2017, com uma queda de 5,1% nos bilhetes vendidos e um acréscimo de 0,8%, para 4,8 euros, nas receitas por expectador.

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