Receitas e lucros da Sonaecom cresceram no primeiro semestre

Publicado em 28/07/2017 23:38 em Geral

A Sonaecom anunciou que os seus lucros mais do que quadruplicaram no primeiro semestre de 2017, com um acréscimo homólogo de 338,7%, para 13,6 milhões de euros.

Em comunicado de resultados, a subholding de tecnologia, telecomunicações e media do grupo Sonae indica que o seu volume de negócios cresceu 13,1%, para 76,4 milhões de euros.

Os resultados operacionais brutos (EBIT) da Sonaecom mais do que duplicaram, com um aumento de 102,0%, para 12,4 milhões de euros.

A Sonaecom salienta que as receitas operacionais da sua participada NOS cresceram 3,5% homólogos (face ao mesmo período do ano passado) no primeiro semestre do ano em curso, para 769,4 milhões de euros.

A área das empresas de tecnologia do grupo, além da Bright Pixel e das participações minoritárias, engloba cinco empresas, que empregam 1002 trabalhadores, 39% dos quais fora de Portugal, e geram 45,4% da sua facturação no estrangeiro.

Destaque para a WeDo Technologies, líder mundial do mercado de «Revenue Assurance e Fraud Management», que tem mais de 180 operadores de telecomunicações de 100 países como clientes e que realiza 76,5% do seu volume de negócios no estrangeiro.

A Sonaecom adianta que durante o primeiro semestre a WeDo conquistou nove operadores de telecomunicações como clientes e assinou um contrato de parceria com a fabricante sueca de equipamentos de telecomunicações Ericsson.

O grupo inclui, também a multinacional de cibersegurança de origem espanhola S21Sec, a Saphety, a BizDirect, a InovRetail, a Bright Píxel e a Stylesage.

A área de tecnologia facturou 69,4 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 14,5%, e teve despesas de capital (CAPEX, investimento) de 5,5 milhões de euros.

Na área dos media, a Sonaecom indica que o Público continuou a executar a sua estratégia e a reforçar as competências digitais e destaca a evolução positiva das receitas de publicidade online e de subscrição online, que mais do que compensaram o declínio das receitas do papel.

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