Facturação e lucros Novabase crescem no primeiro semestre

Publicado em 28/07/2017 20:00 em Geral

A tecnológica portuguesa Novabase anunciou que o seu volume de negócios cresceu 13% no primeiro semestre, para 72,4 milhões de euros, com a actividade internacional acrescer 15% e a representar já 60% da facturação total.

Em comunicado de resultados, a Novabase indica que na primeira metade de 2017 os resultados operacionais aumentaram 69,2%, para 3,84 milhões de euros, e os lucros subiram 41,4%, ultrapassando 3,92 milhões de euros.

O presidente da Novabase, Luís Salvado, citado no comunicado, destaca que os resultados do primeiro semestre «confirmam o sucesso da estratégia de internacionalização e estão em linha com os objectivos», observando que 60% da actividade da empresa é realizada fora de Portugal e que a Europa representa cerca de dois terços dos 43,4 milhões de euros do negócio efectuado no exterior.

Luís Salvado destaca que o primeiro semestre foi marcado pelo regresso da Novabase ao PSI 20, principal índice da bolsa portuguesa, reentrada que «reforça a visibilidade do título»

O presidente da Novabase garante que, até ao fim do ano, a companhia manterá as suas apostas estratégicas, nomeadamente o reforço dos investimentos em investigação e desenvolvimento (I&D), e uma maior selectividade da sua oferta.

A empresa adianta que assinou no semestre um protocolo com o Instituto Superior Técnico (IST) para passar a integrar a rede de parceiros estratégicos, o que vai permitir à Novabase apoiar a transferência de conhecimento e inovação, resultante de actividades de I&D da Universidade para a indústria e vice-versa.

Destaca que aquele protocolo se insere na estratégia da Novabase de especialização das suas soluções para mercados mais sofisticados.

A Novabase refere que no primeiro semestre do ano em curso empregou em média 2074 trabalhadores, um decréscimo homólogo de 15% que reflecte a saída de trabalhadores das empresas afectas ao negócio de IMS, vendido no final do ano passado.

A Novabase indica que mantém o objectivo de facturar no ano em curso 140 milhões de euros, 60% dos quais gerados fora de Portugal.

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