CE apoia manifesto europeu para quinta geração móvel

Publicado em 10/07/2016 23:42 em Geral

O comissário Europeu para a Economia e Sociedade Digital, Gunther Oettinger, recebeu sexta-feira os promotores do «Manifesto 5G», apresentado por actores chave das telecomunicações móveis, da indústria e de fornecedores de serviços de telecomunicações sobre a quinta geração móvel.

A Comissão Europeia revelou que Oettinger considerou que Manifesto é um «contributo valioso» para o Plano de Acção para o 5G, que será apresentado em Setembro em conjunto com a proposta revisão das regras da regulação para as telecomunicações.

O manifesto de seis páginas afirma que a quinta geração móvel (5G) pode ser um facilitador chave da digitalização da economia europeia e considera que a rápida digitalização de indústrias verticais» (como os transportes, logística, sector automóvel, saúde, energia, média e entretenimento) fornece oportunidades para trazer ao mercado soluções novas e inovadoras.

O documento defende que a CE e os Estados membros devem promover as redes 5G para conseguir as necessidades de conectividade das empresas e das instituições públicas e reclama a identificação atempada do espectro para a tecnologia de quinta geração móvel, incluindo as bandas dos 700 MegaHertz e 3,4-3,8 GigaHertz e com frequências mais altas, o mais tardar até 2020.

Reclama, ainda, que a Comissão adapte o ambiente regulatório, com regras mais simples e com ênfase no investimento, incluindo em investigação e desenvolvimento (I&D), e que os Estados membros adaptem as regras locais de regulação das telecomunicações para facilitar a construção de redes de telecomunicações mais densas.

O manifesto é subscrito pela British Telecom, Deutsche Telekom, Ericsson, Hutchison Whampoa Europe, Inmarsat, Nokia, Orange, Proximus, KPN, SES, Tele2 AB, Telecom Itália, Telefonica, Telekom Austria, Telenor, Telia e Vodafone.

Para além daquelas companhias, algumas indústrias verticais pretendem juntar-se à iniciativa na próxima fase, designadamente a Ahlers, Airbus Defence & Space, Royal Philips, Siemens e Thales Alenia Space.

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