Mercado de «weararables» cresceu 67,2% no I trimestre

Mercado de «weararables» cresceu 67,2% no I trimestrePublicado em 17/05/2016 00:28 em Equipamentos

O mercado de «wearables» cresceu 67,2% homólogos no primeiro trimestre de 2016, atingindo vendas de 19,7 milhões de unidades, estima a consultora e analista de mercados IDC.

As vendas de «wearables» básicos cresceram 65,1%, para 16,4 milhões de unidades e as vendas de «smartwatch» mais do que duplicaram, crescendo 100,2%, para 3,2 milhões de relógios inteligentes, indica a IDC.

A Fitbit mantém a liderança indiscutível do mercado total de «wearables», com 4,8 milhões de unidades vendidas e uma quota de 24,5%, seguida pela chinesa Xiaomi, com vendas de 3,7 milhões de «wearables» e um peso de 19,0% no mercado, adianta a consultora.

A Apple, que há um ano ainda não tinha entrado no mercado, vendeu um milhão e meio de smartwatch, ficando com uma quota de 7,5% no mercado total e com a liderança no mercado de relógios inteligentes, com uma quota de 46%, acrescenta.

A IDC revela que no mercado total de «wearables», a Garmin surge em quarto lugar com 900 mil unidades vendidas (800 mil básicos, 100 mil smartwatch) e uma quota de 4,6% e em quinto vêm ex-aequo a Samgung e a BKK, ambas com cerca de 700 mil unidades e uma quota de 3,6%.

No mercado de «wearables» básicos, depois da Fitbit, Xiaomi e Garmin, surgem a XTC e a Lifesense, ambas com 700 mil unidades vendidas.

No mercado de smartwatch, a Samsung surge em segundo lugar com 700 mil unidades vendidas e uma quota de 20,9%, seguindo-se a Motorola com 400 mil e uma quota de 10,9%, a Huawei com 200 mil (4,7% do mercado) e a Garmin com 100 mil smartwatch (3,0%), segundo a IDC.

A consultora sublinha que o primeiro trimestre foi fértil na apresentação de novos «wearables» de diferentes fabricantes em eventos tecnológicos e as reduções de preços de vários dispositivos no período pós Natal ajudaram também ao crescimento das vendas.

Foi também marcado por novos «wearables» em categorias como para roupa e calçado e pelo encerramento ou despedimentos em startups desta área, testemunhando a competitividade do mercado de «wearables».

Ramon Llamas, director da IDC, sublinha que o mercado amadureceu e os «wearables» que hoje estão disponíveis no mercado estão muitos passos à frente daqueles que conhecemos quando o mercado arrancou.

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