Receitas e resultados da NOS cresceram no primeiro trimestre

Publicado em 27/04/2016 00:28 em Operadores / Serviços

As receitas de exploração da NOS cresceram 7,6% homólogos no primeiro trimestre de 2016, para 370,3 milhões de euros, com as receitas de telecomunicações a atingirem 352,5 milhões de euros, também um acréscimo de 7,6%.

As receitas de consumo aumentaram 6,3%, para 223,5 milhões de euros, e os proveitos dos serviços de telecomunicações a empresas cresceram 8,0%, para 99,6 milhões de euros.

Em comunicado de resultados, a NOS salienta que as novas contas ganhas no segmento corporate (grandes empresas) se traduziram num crescimento anual relevante das receitas pr4ovenientes do segmento empresarial.

Aquele operador de telecomunicações indica que os lucros consolidados subiram 5,0%, para 24,4 milhões de euros.

A NOS indica que as RGU (Unidades Geradoras de Receita, clientes dos diversos serviços) totais aumentaram 10,3%, para 8,59 milhões, e os subscritores de serviços móveis cresceram 11,9%, para 4,17 milhões.

O número de clientes de televisão por subscrição ultrapassou 1,56 milhões no primeiro trimestre, um acréscimo homólogo (face ao mesmo período de 2015) de 4,9%, sendo 899,6 milhares de subscritores do serviço premium IRIS, um aumento de 21,1%.

A NOS afirma que é o maior operador de televisão paga em Portugal.

A receita média por cliente (ARPU) do serviço fixo subiu 5,4%, para 43,7 euros.

O operador afirma que o principal impulsionador do aumento de receitas continua a ser a expansão da rede, que cobriu 32,7 mil casas adicionais no primeiro trimestre de 2016, excedendo 3,63 milhões de casas passadas.

Adianta que o número de clientes que subscreve serviços convergentes, fixos e móveis, progrediu 34,6%, para 615 mil, representando já quase 40% do total de clientes de televisão por subscrição.

A actividade de cinema e audiovisuais cresceu no primeiro trimestre, com as receitas por espectador a subiram 2,8%, para 4,8 euros, e o número de bilhetes vendidos a «trepar» para mais de 2,4 milhões, um acréscimo de 21,1%.

As receitas totais de bilheteira subiram 19,6% e as receitas brutas de exibição cinematográfica cresceram 13,8% homólogos, para 15,7 milhões de euros.

A NOS indica que a sua participada ZAP em Angola e Moçambique está actualmente presente em todas as províncias de ambos os países e está agora empenhada no crescimento da sua base de clientes de serviços com ligações de fibra óptica, indicando que, apesar do cenário macroeconómico desfavorável, «o desempenho operacional da ZAP permanece muito sólido».

A NOS indica que as despesas de capital (CAPEX) do grupo atingiram 95,1 milhões de euros, um ligeiro aumento de 0,8%, com o CAPEX das telecomunicações a praticamente estabilizar em 84,9 milhões de euros.

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