Apple anuncia resultados recorde no I trimestre ano fiscal 2016

Apple anuncia resultados recorde no I trimestre ano fiscal 2016Publicado em 27/01/2016 22:24 em Indústria

A Apple anunciou que obteve resultados recorde no primeiro trimestre do ano fiscal de 2016, terminado a 26 de Dezembro passado, com um volume de negócios de 75,9 mil milhões de dólares (69,7 mil milhões de euros), um acréscimo de 1,7%.

Em comunicado de resultados, a Apple indica que no primeiro trimestre do exercício fiscal 2016 registou lucros de 18,4 mil milhões de dólares (16,9 mil milhões de euros), um aumento homólogo de 2,2%.

As vendas fora dos Estados Unidos representaram cerca de dois terços do volume de negócios total.

Tim Cook, CEO da Apple, citado no comunicado, sublinha que a equipa da Apple conseguiu o melhor trimestre de sempre, graças aos produtos mais inovadores do mundo, e às maiores vendas de sempre de iPhones, Apple Watch e Apple TV.

Acrescentou que o crescimento do negócio de serviços da companhia acelerou no trimestre e produziu resultados recorde.

Cook adiantou que a base instalada de dispositivos da marca da maçã ultrapassou recentemente os mil milhões de unidades.

O CEO da Apple revelou que a companhia gerou no trimestre um cash flow operacional de 27,5 mil milhões de dólares (25,2 mil milhões de euros).

Para o segundo trimestre fiscal, a decorrer, a Apple prevê receitas entre 50 mil milhões e 53 mil milhões de dólares (entre 45,9 mil milhões e 48,7 mil milhões de euros).

Ian Fogg, analista da IHS Technology, afirma que o desempenho da Apple continua muito forte mas há sinais de que os ventos contrários no maduro mercado de smartphones começaram a impactar a Apple.

Indica que, apesar das dificuldades económicas que no ano passado começaram a fazer-se sentir na China, a Apple conseguiu aumentar em 14% as suas vendas no gigante asiático, tal como o iPhone prosperou também na Europa e na América do Norte.

Fogg questiona quantos mais iPhones teria a marca da maçã vendido na China se o crescimento económico daquele país não tivesse desacelerado.

Ian Fogg sustenta que a maior concorrente da Apple é ela própria, porque precisa de convencer os utilizadores actuais de iPhones a actualizarem o telemóvel e comprarem os modelos mais recentes da marca.

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