Receitas Sonaecom cresceram 10,6% primeiros 9 meses 2015

Publicado em 06/11/2015 15:16 em Geral

Receitas Sonaecom cresceram 10,6% primeiros 9 meses 2015



O volume de negócios da Sonaecom cresceu 10,6% nos primeiros nove meses de 2015, para 99,7 milhões de euros, com aumento de 10,9% nas receitas de serviços e de 9,8% nas vendas de equipamentos, revelou a sub-holding do grupo Sonae.

Em comunicado de resultados, a Sonaecom indica que os seus lucros atribuíveis ao grupo cresceram 75,2%, para 40,3 milhões de euros.

Os resultados operacionais caíram para metade nos primeiros nove meses do ano em curso, ficando em 14,3 milhões de euros.

A Sonaecom assinala que as quatro empresas da área de tecnologia geraram fora de Portugal 52,7% do seu volume de negócios de 88,6 milhões de euros, que cresceu 13% homólogos, estando 43% dos seus 867 trabalhadores fora de Portugal.

A WeDo Technologies é líder mundial em software de «revenue assurance» (garantia de receitas e gestão de fraudes) para a área das telecomunicações, com mais de 190 operadores clientes, e produz também software para o retalho, energia e sector financeiro. Mais de três quartos (76,9%) das receitas da WeDo foram geradas fora de Portugal, indica a sub-holding da Sonae.

A S21Sec é uma empresa especializada em segurança informática, com equipas em Portugal, Espanha, Reino Unido e México, e foi das primeiras empresas do mundo a identificar o malware Dridex, que afectou o sistema bancário, indica a Sonaecom.

Acrescenta que a Saphety disponibiliza soluções para a optimização de processos de negócio, nomeadamente na área de troca electrónica de dados e (EDI) e facturação electrónica, conta com mais de 8200 clientes e gera 30% das suas receitas no estrangeiro.

Indica que a Bizdirect comercializa soluções de tecnologias de informação e integra soluções empresariais sobre tecnologias Microsoft e adianta que nos três primeiros trimestres 10% das suas receitas vieram do estrangeiro.

A Sonaecom revela que o volume de negócios do Jornal Público atingiu 11,3 milhões de euros nos nove primeiros meses do ano em curso e que o operador de telecomunicações NOS, participado pelo grupo, teve receitas operacionais de 1 067,9 milhões de euros, um aumento de 3,7%, e lucros de 73,5 milhões de euros, um acréscimo de 17,8%.

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