Kaspersky dá truques para tornar iPhones mais seguros

Kaspersky dá truques para tornar iPhones mais segurosPublicado em 12/04/2015 00:55 em Segurança Informática

A empresa de segurança russa Kaspersky divulgou um conjunto de truques para tornar os iPhones mais seguros, incluindo a utilização de uma password forte em vez de um código de segurança de quatro dígitos, sendo a palavra passe pedida sempre que o ecrã bloqueia.

A companhia russa a com selha a utilização do sistema de dupla verificação para o Apple ID e para o iCloud sempre que disponível, o que garante também que sempre que se façam compras no iTunes, iBooks ou App Store será pedido o segundo código de verificação de quatro dígitos, além da palavra passe.

Outro conselho é o de desligar a possibilidade de as notificações surgirem no ecrã mesmo com este bloqueado, o que poderia permitir o acesso a mensagens electrónicas e outras notificações e mesmo a aplicações.

A Kaspersky aconselha também a que o assistente pessoal Siri esteja desligado quando o ecrã está bloqueado, para evitar que qualquer pessoa possa usar o Siri quando o utilizador se afasta do equipamento.

Recomenda, ainda, que se desligue a sincronização automática com o iCloud, porque a informação permanece na nuvem mesmo depois de ser apagada no telefone.

A companhia de segurança aconselha a que esteja desligada a ligação automática a redes Wi-Fi conhecidas, porque, embora essa seja uma opção cómoda de ligação, permite aos cibercriminosos criarem uma rede falsa com o mesmo nome de uma rede confiável e capturarem todos os dados do smartphone.

A Kaspersky recomenda que a opção de o equipamento fixar as credenciais de entrada num sítio Internet ou num servidor de correio electrónico não seja utilizada, optando-se por se preencherem os dados em cada acesso ou pelo uso de uma VPN.

Observa que a utilização de cookies deve estar desligada e que as aplicações instaladas não devem ser autorizadas a aceder aos contactos, mensagens, fotos ou outros dados privados, o que se consegue indo às definições (settings) e proibindo que as aplicações acedam aos dados pessoais.

Depois disso, provavelmente o utilizador não poderá usar algumas aplicações que tem no telemóvel, mas é assim a vida («but that’s the way it is»), conclui a Kaspersky.

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