Lucros da PT cresceram 64,3% nove primeiros meses 2013

Publicado em 14/11/2013 01:15 em Geral

Os lucros da Portugal Telecom cresceram 64,3% nos nove primeiros meses de 2013, atingindo os 305,0 milhões de euros, anunciou a companhia.

Em comunicado de resultados, a PT revela, contudo, que no terceiro trimestre os seus lucros recuaram 66,4%, para 21,0 milhões de euros.

As receitas do operador histórico português caíram 8,8% homólogos (face ao mesmo período do ano anterior) nos três primeiros trimestres do ano em curso, para 4 546,7 milhões de euros. No entanto, excluindo o impacto cambial a facturação teria caído apenas 1,7%, observa o operador.

Os resultados operacionais baixaram 26,1% nos primeiros nove meses do ano, para 475,9 milhões de euros, acrescenta a PT.

As despesas de capital (CAPEX) baixaram 3,0% no período em análise, para 863,7 milhões de euros, mas no Brasil cresceram 3,9% em euros, para 440,1 milhões de euros.

A PT indica que as suas receitas em Portugal nos nove primeiros meses de 2013 caíram 5,9%, para 1 9120,3 milhões de euros, com aumento de 1,3% na rede fixa residencial (inclui Meo), queda de 5,9% nas comunicações móveis e descida de 11,4% no segmento empresarial.

As receitas da PT no Brasil (Oi) caíram 10,7% em euros, para 2 050,3 milhões de euros, mas cresceram 1,6% contabilizadas em reais, adianta. Os activos internacionais consolidados proporcionalmente representaram 57,2% das receitas dos três primeiros trimestres, cabendo à Oi 52,1%.

As receitas dos outros activos internacionais (excepto Oi) cresceram 2,0%, para 305,0 milhões de euros, mas os resultados operacionais baixaram 5,1%, para 121,5 milhões de euros.

Quanto ao negócio de telecomunicações em Portugal nos três primeiros trimestres, a PT adianta que os acessos fixos de retalho cresceram 2,6%, para 5,137 milhões, com aumento de 6,7% dos clientes de banda larga fixa, para 1,28 milhões, e crescimento de 8,0% nos clientes de televisão, para 1,294 milhões.

O número de clientes móveis cresceu 5,7%, para 7,807 milhões, com destaque para o crescimento de 12,9% nos clientes pós-pagos, apesar de uma quebra de 1,1% nos assinantes móveis do segmento empresarial.

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