No primeiro trimestre cavalos de Troia dominaram malware

Publicado em 28/04/2013 00:27 em Segurança Informática

Os cavalos de Tróia representaram quase três quartos das novas infecções informáticas registadas durante o primeiro trimestre de 2013, período em que foram recolhidas pela Panda Labs mais de 6,5 milhões de amostras de malware, indica a multinacional espanhola.

A Panda revela que Portugal, com 26,91% de computadores infectados no primeiro trimestre do ano em curso, ficou abaixo do rácio médio médio de infecções (31,13%), cotando-se como o décimo-terceiro melhor país analisado.

A companhia de segurança informática Panda Security observa que os cavalos de Tróia (software espião que permite acesso não autorizado aos dados e controlo do computador infectado) representaram 74,46% do novo software malicioso identificado nos três primeiros meses do ano, os vírus 12,73%, os «worms» (vermes informáticos, programas que se auto-replicam sem dependerem de outra aplicação) 11,79% e o «adware/spyware» 0,79%.

A multinacional de segurança informática espanhola assinala que do total de infecções encontradas em utilizadores, quase quatro em cada cinco (79,93%) eram Cavalos de Tróia, 7,48% vírus e 5,89% worms.

A Panda Security diz que os Cavalos de Tróia são actualmente a ferramenta preferida dos criminosos informáticos.

Acrescenta que no primeiro trimestre o rácio de infecções foi de 31,13%, sendo a China o único país em que mais de metade dos computadores foram infectados.

Seguem-se o Equador (41,01%), Turquia (40,38%), Argentina (37,77%), Perú (37,43%), Formosa (36,48%), Rússia (36,21%, Polónia (33,79%), Espanha (33,58%) e Brasil (33,45%).

No outro extremo surgem a Finlândia, com apenas 17% de computadores infectados, figurando também nos 10 melhores a Suécia (20%), Suíça (20,99%), Reino Unido (21,89%), Noruega (22,57%) Japão (22,82%), Alemanha (22,94%), Bélgica (23,89%), Holanda (23,92%) e Austrália (24,32%).

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