Lucros da Sonaecom cresceram 12,5% nos nove primeiros meses 2012

Publicado em 03/12/2012 17:10 em Geral

Os lucros da Sonaecom cresceram 12,5% homólogos nos nove primeiros meses de 2012, atingindo 63,9 milhões de euros, apesar da queda de 5,1% do volume de negócios, para 617,0 milhões de euros, anunciou a holding.

Em comunicado de apresentação de resultados, a holding do grupo Sonae para as telecomunicações, tecnologias da informação e media salientou que a rentabilidade operacional do seu negócio continuou este ano a aumentar e que a tecnológica WeDo mantém a liderança mundial do mercado de «revenue assurance».

As despesas de capital (CAPEX) aumentaram 22,8% nos três primeiros trimestres de 2012, em particular devido ao investimento na expansão da tecnologia de quarta geração (LTE) na rede móvel da Optimus.

A Sonaecom indica que o número de clientes dos serviços móveis da Optimus era em 30 de Setembro de 3,566 milhões, um recuo de 2,0% face a um ano antes, o que atribui à «esperada erosão na base de subscritores do programa e-iniciativas» (portáteis para escolas e formação profissional a preços subsidiados, que incluíam banda larga móvel) e ao impacto das medidas de austeridade em Portugal.

A receita média por cliente (ARPU) baixou 6,7%, para 12,2 euros, devido à quebra de 5,2% nas receitas geradas por clientes e à redução de 16,1% nos proveitos de interligação.

No negócio de rede fixa, as receitas diminuíram 1,1% nos três primeiros trimestres, para 161,7 milhões de euros. O número de acessos caiu 10,2% num ano, para 344 619 no fim de Setembro, com queda de 0,5% no semento empresarial e de 16,9% no residencial, apesar do acréscimo de 8,4%, para 37 012 a 30 de Setembro, no número de clientes de televisão.

A receita média por acesso baixou 3,5%, para 22,7 euros.

Na área do software e sistemas de informação (SSI), as receitas aumentaram 5,6% nos nove primeiros meses do ano, para 103,3 milhões de euros, e o número de trabalhadores cresceu 9,3%, para 622.

Na WeDo, que tem mais de centena e meia de clientes em 80 países, as receitas internacionais representaram já quase um quarto (73,3%) do volume de negócios total.

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