Vendas de PC na Europa Ocidental caíram 3,1% no primeiro trimestre

Vendas de PC na Europa Ocidental caíram 3,1% no primeiro trimestrePublicado em 15/05/2012 16:26 em Equipamentos

As vendas de computadores pessoais na Europa Ocidental caíram 3,1% homólogos no primeiro trimestre de 2012, com uma queda de 2,5% no mercado empresarial e uma redução de 3,8% no consumo, estima a consultora e analista de mercado Gartner.

As vendas de PC na Europa Ocidental quedaram-se em 15,48 milhões de unidades.

Itália, Grécia, Portugal e Espanha foram os mercados com comportamentos mais negativos, indica a consultora.

O relatório da Gartner indica que as vendas aumentaram 7,1% na Alemanha, para 3,28 milhões de máquinas, e cresceram 2,4% no Reino Unido, para 3,01 milhões de unidades, mas baixaram 3,9% na França, para 2,71 milhões de computadores.

Na Europa Ocidental, as vendas de computadores portáteis recuaram 5,1% no primeiro trimestre, mas as vendas de computadores de secretária, impulsionadas por um aumento da procura das empresas, aumentaram 0,3% homólogos (face ao mesmo período do ano anterior).

A HP, cujas vendas aumentaram 3,2% homólogos no primeiro trimestre, reforçou a sua quota de mercado para 22,9% e colocou quase 3,55 milhões de PC na Europa Ocidental.

A Acer, a única das cinco principais marcas no vermelho, vendeu 2,27 milhões de unidades (menos 20,1%) e a sua quota recuou mais de três pontos percentuais, para 14,6%.

A Asus cresceu 16,8%, para próximo de 1,47 milhões de unidades, e ficou com uma quota de mercado de 9,5%, ultrapassando a Dell que, embora crescendo 0,7% em vendas e melhorando ligeiramente o seu peso no mercado, colocou 1,42 milhões de máquinas e ficou com 9,2% de quota.

A Lenovo apresentou o maior crescimento entre as cinco principais marcas, de 34,6%, e vendeu mais de 1,33 milhões de PC, ficando com 8,6% de quota de mercado.

Meike Escherich, analista principal da Gartner, assinala que no segundo trimestre há «um sentimento de esperar para ver» relativamente aos novos «ultrabooks» (um conceito Intel de portáteis ultrafinos e com grande capacidade de processamento), que a Intel já está a promover, e ao próximo sistema operativo Windows 8, da Microsoft.

Acrescenta que não se sabe ainda se os consumidores vêem diferença nos «ultrabooks» e, sobretudo, se estão dispostos a pagar o preço mais elevado.

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