Konica Minolta apresenta estratégia de acompanhamento de clientes

Publicado em 30/03/2012 02:20 em Empresas

A Konica Minolta apresentou hoje o seu programa Digital 1, 2, 3, 4, que tem com o objectivo uma parceria com os clientes para os ajudar a encontrar novos modelos e soluções de negócio mais rentáveis.

Em conferência de imprensa realizada no certame «PaperGift e Pro-Digit», a decorrer na FIL, em Lisboa, Hendrik Wielinga, director da empresa, afirmou que esse programa passa, também, por identificar as potencialidades de novos negócios e ajudar a encontrar estratégias de abordagem do mercado, nomeadamente de marketing.

Observou que na Europa e particularmente em Portugal se vive uma situação de crise, as gráficas estão em grandes dificuldades e muitas fecham portas.

Entre os novos modelos de negócio, Hendrik Wielinga deu o exemplo da opção por produção de dados variáveis, uma solução que permite impressões individualizadas, em pequenas quantidades.

Wielinga adiantou que a companhia japonesa está a fazer a pré apresentação em Lisboa de um novo equipamento que faz a ponte entre as soluções para escritórios e as soluções de produção (para indústrias gráficas e reprografias), já com características específicas para produção e que vai ser oficialmente apresentado na feira de artes gráficas de Dusseldorf, de 6 a 19 de Maio.

Indicou que esse equipamento suporta um formato de papel maior, tem uma resolução gráfica elevada e controladores profissionais, mas é um equipamento menos robusto que irá servir para reprografias e gráficas que querem um equipamento inicial mais barato, por cerca de 25 mil euros, quando os equipamentos de produção de entrada de gama custam a partir dos 40 mil euros.

Hendrik Wielinga assinalou que a companhia está a apostar num modelo de «managed print service», que significa que as empresas pagam uma tarifa mensal que inclui um determinado número de cópias e toda a gestão dos equipamentos fica a cargo da Konica Minolta, que por controlo remoto identifica avarias ou falta de tonner e actua imediatamente para corrigir os problemas, sem pedido nesse sentido do cliente.

Revelou que esta solução pode abranger equipamentos, mesmo de outras marcas, que o cliente já possuía, e a solução pode ser «à medida», com condições de gestão integrada negociadas cliente a cliente.

Wielinga revelou que a Konica Minolta conseguiu aumentar ligeiramente a sua facturação em Portugal no ano fiscal que termina no próximo dia 31 de Março (sábado), apesar da situação de crise, e poderá mesmo melhorar os seus resultados.

Indicou que a companhia, que vende exclusivamente soluções e equipamentos para empresas, está a reforçar o número de postos de trabalho em Portugal, nomeadamente na área comercial, e emprega centena e meia de pessoas no país.

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