Crescimento da banda larga móvel dinamiza vendas de terminais 3G

Publicado em 16/07/2010 23:03 em Destaques

O crescimento da banda larga móvel, designadamente da tecnologia HSPA (High Speed Packet Access) está a dinamizar as vendas de terminais móveis de terceira geração (3G), segundo um relatório da Wireless Intelligence.

Para isso contribui também o acréscimo de cobertura das populações por redes de terceira geração, a descida dos preços dos telemóveis 3G e a aposta em serviços de banda larga suportados por terminais de terceira geração.

Segundo um estudo da Wireless Intelligence, os da oferta de telemóveis em mercados maduros e quase metade dos terminais disponibilizados pelos operadores nos mercados emergentes.

O estudo indica que os dispositivos com banda larga móvel, incluindo os portáteis com «datacard» ou «pen» de banda larga, representam cerca de 15% dos terminais oferecidos pelos operadores globais de telecomunicações.

O estudo baseia-se nos dispositivos oferecidos pelos operadores nas lojas de retalho Internet e não reflecte volumes de unidades ou vendas a utilizadores finais, alerta a Wireless Intelligence.

A Suécia é o mercado mais avançado em matéria de terceira geração entre os estudados, com os dispositivos de terceira geração a representarem 92% do portfolio dos operadores, sendo que 82% suportam banda larga móvel.

Nos Estados Unidos, os dispositivos de terceira geração representam 63% da oferta dos operadores e no Reino Unido 56%, sendo de salientar que na Indonésia atinge os 60%.

Na Suécia, mais de metade dos clientes de telefonia móvel (58%) já migraram para a terceira geração, mas a percentagem é de 43% no Reino Unido e não vai além de 8% de clientes de terceira geração na Indonésia, apesar da oferta disponível.

A Wireless Intelligence indica que os maiores operadores globais tendem a oferecer uma carteira de terminais mais completa nos mercados maduros e uma carteira adaptada nos mercados no memos desenvolvidos.

A Vodafone oferece na Europa em média 60 por cento de terminais que suportam tecnologias de terceira geração móvel.

Acrescenta que os operadores mais pequenos ou de carácter mais local tendem a apresentar uma oferta com menos terminais de terceira geração do que as companhias globais.

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