Cinco inovações que vão mudar a vida das pessoas

Publicado em 22/12/2011 01:42 em Outras Tecnologias

O reaproveitamento da energia, o fim das passwords, o poder das mentes, a generalização do acesso à informação e a publicidade personalizada são, segundo a IBM, cinco inovações que dentro de cinco anos terão mudado a maneira de viver.

A IBM destaca que tudo o que se move ou produz calor tem o potencial de criar energia que pode ser capturada, desde o andar, correr ou andar de bicicleta, até à água que corre nas canalizações ou ao calor produzido pelos computadores.

A IBM prevê que haverá uma tendência para criar formas de permitir às pessoas recolher e reutilizar essa energia e indica que os engenheiros da multinacional na Irlanda estão a trabalhar na conversão da energia das ondas em electricidade.

A companhia de informática garante que deixará futuramente de ser necessário criar e fixar múltiplos login e palavras passe, utilizando-se em vez disso modelos biométricos como o reconhecimento da retina ou das impressões digitais.

A IBM estima que em breve será possível controlar coisas com a mente, uma hipótese até há pouco tempo do domínio da ficção científica.

Os cientistas da IBM estão a investigar como ligar o cérebro a equipamentos como o smartphone ou o computador para que seja possível controlar esses equipamentos com o poder da mente, simplesmente pensando nos comandos que se pretende accionar.

Estas tecnologias poderão ajudar a compreender a origem de distúrbios mentais, como a autismo, indica a companhia.

A multinacional norte-americana prevê que dentro de cinco anos o fosso entre info incluídos e info excluídos se estreite fortemente devido à difusão das comunicações móveis, estimando que em 2016 haverá 5,6 mil milhões de terminais móveis para 7 mil milhões de habitantes do planeta, o que dará acesso a informação essencial a 80% da população mundial.

Para a IBM, dentro de cinco anos a publicidade não solicitada estará de tal maneira personalizada para cada um que o conceito de spam tende a desaparecer.

Os alertas enviados sobre temas, produtos ou serviços que interessam especificamente a cada pessoa tornam-se assim um serviço útil que deixa de ser considerado como publicidade não desejada,

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